
Santa Ceia 2008
Dezembro 16, 2008 por lucianogissiE viva a sinceridade!
Dezembro 8, 2008 por lucianogissi
Com informações do G1 e Estadão.com.br
Parece que a crise financeira impactou não só os números e as cifras, mas também a cabeça dos executivos. O festival de sinceridades corre solto no noticiário.
A toda poderosa GM divulgou um comunicado em que pede desculpas pelo fraco desempenho dos últimos anos. “Ainda que continuemos sendo a líder de vendas nos Estados Unidos, reconhecemos ter desapontado vocês”, diz o anúncio.
E o “mea culpa” atingiu uma das áreas mais preciosas de um indústria automotiva: “Às vezes quebramos a confiança de vocês ao deixar nossa qualidade cair abaixo dos padrões do setor, e nossos designs se tornaram sem brilho”. Que coisa!
Para completar, pasmem, o residente de Fiat disse que disse que a empresa é muito PEQUENA para sobreviver à crise. “Você precisa de pelo menos 5,5 milhões a 6 milhões de carros por ano para ter uma chance de fazer dinheiro. A Fiat não está nem na metade disso”, disse o presidente-executivo da companhia, Sergio Marchionne.
A verdade é que há muito tempo a GM e a Fiat, junto com Ford e Chrysler, passam por sérios problemas na adminstração de seus negócios. E agora a hora da verdade chegou.
Para completar, parece que a GM enfrenta ainda uma crise de confiança do consumidor brasileiro. A repórter Ana Morano publicou no (ótimo!) blog do Jornal do Carro um post sobre a queda nas vendas no Brasil. De todas as montadoras, foi a GM quem perdeu mais mercado.
E o que chama mais a atenção são os comentários. Os leitores colocam o dedo na ferida e apontam as falhas da gigante americana: carros ultrapassados, motores antigos e acabamento de péssima qualidade.
Também vejo algo no ar. As montadoras japonesas devem dominar de vez o mercado norte-americano e aqui no Brasil já dominam a venda de sedãs de luxo. E em breve devem desembarcar carros menores e com tecnologia muito superior aos similares nacionais.
Pois bem, apertem os cintos. E aguardem o desenrolar dessa história que promete ainda muitas emoções.
LinkedIn capta US$ 22 mi
Outubro 24, 2008 por lucianogissiFelipe Zmoginski, de INFO Online
A rede social de contatos profissionais LinkedIn obteve US$ 22, 7 milhões de um grupo de investidores.
O CEO da pontocom, Dan Nye, anunciou a captação no blog da rede. Entre os investidores estão a Goldman Sachs, SAP, McGraw-Hill e o parceiro de longa data Bessemer Venture Partners.
A notícia causou certa surpresa porque a captação ocorre em meio a grave crise financeira nos Estados Unidos. Muitos grupos de capital de risco tem se tornado mais conservadores nas últimas semanas, a fim de se proteger da desaceleração econômica que assombra os Estados Unidos.
Há uma semana, a universidade de Chigago, que calcula o índice de confiança do investidor americano, apontou forte mudança de comportamento entre os investidores, com menor propensão a expor-se a projetos de lucro duvidoso, como redes sociais.
Em junho deste ano, o valor de mercado do LinkedIn foi calculado em US$ 1 bilhão pelo fundo Series D.
A empresa do futuro
Outubro 23, 2008 por lucianogissiÓtimo artigo de Carlos Nepomuceno publicado Webinsider. Vale a pena conferir.
Como será a empresa do futuro?
Depois da palestra Sou+Web na Faculdade Hélio Alonso, sábado passado, na qual tinha um pessoal da TIM perguntando: “Afinal, como será a empresa do futuro?”, fiquei a pensar com o meu mouse…..
Disseram eles: “A nossa empresa… é uma prestadora de serviços na área de telefonia celular”.
Pois bem… imagino que hoje começamos a mudar o patamar de algo vertical para horizontal. De algo “eu faço e toma pronto” para “vem aqui fazer junto comigo que eu te dou uma força mais adiante. Te dou algo que é a tua cara e você pode alterar quando quiser”.
O mercado era um porque o ambiente de conhecimento era um; mudou o ambiente de conhecimento, a partir das novas tecnologias de informação e comunicação, e estamos diante de um novo mercado.
É uma fase de transição dolorosa, mas necessária.
Antes: eu bolo meu produto aqui e coloco lá no mercado…
Mas hoje, com o processo colaborativo, o mercado está aqui, está lá, ou em todo o lugar? Existe ainda dois espaços, ou um só? Já que é muito barato você trazer o seu consumidor para dentro da “bolação” do seu produto… o tal “prosumidor”.
Quando alguém coloca o consumidor para preparar a sua própria estampa da camiseta, fazer ele mesmo o seu pacote de turismo ou produzir o seu próprio carro, o que na verdade está se fazendo?
Com um custo barato, via internet, estamos pedindo para o prosumidor clicar e ordenar para o robô da fábrica algo que ele já está comprando, não algo que vai comprar.
Leia o artigo completo aqui.
Entrevista com diretor de marketing da Coca-Cola
Outubro 22, 2008 por lucianogissiOntem o Webinsider publicou uma entrevista com o Ricardo Fort, diretor de marketing da Coca-Cola Brasil. O assunto? Ações online, trabalho da marca e uso da internet. Um prato cheio para quem se liga no assunto.
Seguem alguns trechos. A entrevista completa você acessa aqui.
Online cada vez mais forte no marketing da Coca-Cola
“Nos últimos anos, praticamente todas as campanhas ou promoções de nossas marcas utilizam a mídia online, que vem tendo participação cada vez mais relevante nas ações de marketing. Recentemente, lançamos a campanha de Coca-Cola Clothing, com um concurso em uma seção exclusiva no site da marca Coca-Cola.”
“Na campanha de internet, desenvolvida pela agência Gringo, transformamos o site de Coca-Cola Zero em uma grande casa de repouso virtual. Os usuários são recebidos por uma enfermeira louca e acabam sendo internados, presos com uma camisa de força. Em breve, as pessoas cadastradas terão avatares personalizados. Com eles, poderão definir seu nível de loucura e pedir ajuda a seus amigos por meio de redes sociais da web para tentar escapar do mundo virtual.”
Interatividade, interação e relacionamento
Outubro 22, 2008 por lucianogissiLi este artigo do Bruno Rodrigues no Comunique-se. Uma abordagem interessante sobre alguns termos que têm sido um pouco banalizados: interatividade, interação e relacionamento.
Tempos atrás entrevistei o Bruno Rodrigues para uma matéria sobre webwriting. Os livros dele (“Webwriting – Pensando o texto para mídia digital” e ”Webwriting – Redação e Informação para a web”) são leituras obrigatórias!
Por que somos obrigados a interagir o tempo todo?
Se há conceitos capazes de dar nó na cabeça de qualquer um, estes são interatividade, interação e relacionamento.
Não é tudo a mesma coisa? Pelo contrário – são conceitos bem diferentes e que definem bastante o papel do usuário no mundo online.
No centro de todos estes conceitos está a idéia de contato. Interatividade cria a *possibilidade* de contato, mas sem intenção de continuidade. O caixa automático do seu banco é um bom exemplo. Você chega, digita a senha, retira o dinheiro, faz um depósito, checa o saldo e pronto – acabou ali.
Interação é quando a interatividade é usada para criar dependência – benéfica, na maioria das vezes. Quando você se loga ao site do banco, você está em seu espaço, e ele pode ser alterado, modificado, trabalhado. A idéia de contato se transforma em rotina.
E relacionamento? É quando interferimos na própria ferramenta; ao sugerir ao banco novos canais, por exemplo – atendimento online em tempo real, quem sabe? Neste caso, desejo saber quando e como o sistema será implantado. Se minha sugestão foi recusada, quero um retorno – às vezes um e-mail basta – explicando o porquê. Tudo isso é relacionamento. A idéia de contato evolui para comprometimento.
Cadastrados no Comunique-se podem ler o texto completo aqui.
Publicidade On Line
Outubro 21, 2008 por lucianogissiBuscador com recursos de redes sociais
Outubro 21, 2008 por lucianogissiNotícia da IDG Now!
A Microsoft criou o protótipo de um sistema de buscas com recursos de redes sociais que permitem aos usuários editarem e mudarem a ordem dos resultados de busca, além de compartilhá-los com os amigos.
A ferramenta, apelidada de U Rank, ajudará a empresa a aprender como as pessoas usam tecnologias de busca. “Este projeto nos ajuda a aprender como as pessoas organizam suas pesquisas e como buscam colaborativamente”, diz um post da Microsoft.
“Encontrar algo na web é a primeira de muitas tarefas. Com o U Rank, oferecemos recursos para os usuários organizarem, gravarem e compartilharem seus resultados de buscas”, completa a empresa.
Matéria completa aqui.
TSE: lei eleitoral é ruim para web
Outubro 21, 2008 por lucianogissiFelipe Zmoginski, da INFO Online.
O Tribunal Superior Eleitoral reconheceu que a atual legislação cria confusão e muita restrição ao uso da web nas eleições.
Pressionado por críticas, o presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, defendeu mudanças na lei para a votação de 2010. A Justiça eleitoral proibiu, este ano, sites de veicular publicidade política ou mesmo manifestar sua opinião sobre candidaturas.
A regra só permite o debate político nos sites dos partidos (.org.br) ou dos candidatos (.can.br). Redes sociais, vídeos online e blogs de opinião são proibidos de participar das eleições, embora na prática exista muito material político nestas plataformas.
Ayres disse que o TSE apenas interpreta a lei já existente e, para evitar polêmicas, seria preciso criar uma nova legislação eleitoral. O ministro disse ainda que parlamentares podem fazer isso para as próximas eleições, o pleito de 2010.
Atualmente, a Justiça proíbe, por exemplo, comunidades sobre políticos no orkut e vídeos no YouTube. Como estes conteúdos existem às centenas, surge uma situação constrangedora, em que a decisão da Justiça não tem nenhum efeito prático.
Famílias ‘típicas’ acessam mais a web
Outubro 21, 2008 por lucianogissiNotícia do Blue Bus
Uma típica família americana – pai, mãe e filhos pequenos – tem mais celulares, usa mais a internet e tem mais computadores em casa que outros tipos de formaçao social, como adultos solteiros ou casais sem filhos. É o que diz uma pesquisa do Pew Internet and American Life Project.
Um exemplo do maior uso da tecnologia por famílias ‘nucleares’ – 66% dos casais com filhos tem internet por banda larga em casa, acima da média nacional que é de 52%.
